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domingo, 4 de fevereiro de 2007

Da última caminhada com alunos ... aos olivais de Pesqueiro

19 de Outubro de 2006: mais de 3 anos depois, volto a organizar uma excursão com alunos, à Arriba Fóssil da Costa da Caparica, e da Lagoa de Albufeira ao Cabo Espichel. Alunos de duas turmas do 10º
Arriba Fóssil da Caparica, 19.10.2006
Ano, minha e da minha ... colega especial. Uma jornada agradável, sem dúvida, de que os (poucos) alunos gostaram ... mas que em nada se comparava com as "aventuras" vividas durante mais de 20 anos. Os diversos "males" a que me referi no artigo "O princípio do fim do "meu" Ensino" continuavam e tinham-se agravado ... a começar por nova transformação dos próprios programas curriculares. O ensino que eu conhecera, pelo qual me apaixonara e ao qual me dedicara ... já não era o "meu" ensino.
Esta foi definitivamente a última actividade de campo com alunos ... e menos de 2 anos depois estava aposentado, voluntariamente e ante-
Da Lagoa de Albufeira ao Cabo Espichel
cipadamente. As actividades com os Caminheiros, essas sim claro que continuavam e continuariam. Cinco dias antes tinha estado em terras de Montemor-o-Novo e do Escoural; em Novembro, de Óbidos à Foz do Arelho; e, em Dezembro, por terras do Sobral de Monte Agraço. Já em 2007, a 13 de Janeiro caminhamos à beira Tejo, de Cacilhas à Trafaria, num percurso organizado por dois jovens caminheiros, menores de 16 anos.
Com os Caminheiros em terras do Sobral de Monte Agraço, 16.12.2006

As escapadelas no nosso retiro espiritual de Vale de Espinho claro que também continuavam ... sempre complementadas com "aventuras" maiores ou mais pequenas, a pé ou no velho UMM, por toda a zona raiana, de ambos os lados da fronteira. Voltando a 2006, o dia 9 de Dezembro foi o de uma peregrinação solitária, de "burro", pela vertente espanhola do Piçarrão, sobre Valverde. E no dia seguinte redescobri a nascente do Águeda, que apenas tinha mal visto quando da passagem com o CAAL, em dia quase de tempestade. Nascido na vertente oposta da Serra das Mesas, a menos de 1 km da nascente do Côa, o Águeda é bem o seu irmão gémeo, em terras de nuestros hermanos. A seguir ao Natal, passamos também 5 dias em Vale de Espinho  ...  e  no
A caminho de Pesqueiro, com a Marvana ao fundo, 29.12.2006
dia 29 parto à descoberta dos vales de Pesqueiro, contornando também a Marvana, pela Nogueira e o Madrão. Pesqueiro é um vale "sagrado" para os Valespinhenses. Muitos tinham ali olivais, em terras mais baixas, mais quentes e férteis. Muitos labutavam nos "ranchos" dos trabalhos agrícolas. Dada a distância, dormiam normalmente lá semanas, numa faina e em vivências tão bem relatadas, entre tantas outras, no recente livro do Valespinhense Dr. Manuel Martins Fernandes, "Memórias de infância… Raízes do coração". Durante a guerra civil de Espanha, o velho José Joaquim Malhadas, pai do meu saudoso sogro, que eu ainda conheci em 1973, e não só, foi preso em Pesqueiro, quando andava na lide das oliveiras, levado para Cáceres na onda da guerra. Libertado algum tempo depois, o cárcere valeu-lhe contudo a bronquite que havia de o acompanhar para o resto da vida.
Nos olivais de Pesqueiro,
29.12.2006
As velhas casas da Florida,
Pesqueiro, 29.12.2006
Memórias de um tempo perdido, mas não esquecido
Pesqueiro, 29.12.2006
No fim de semana de 2 a 4 de Fevereiro de 2007 estávamos de novo em Vale de Espinho, com o filho e nora mais novos ... e com uma jornada de mais de 50 km para mostrar a "minha" serra a um casal visitante. Levei-os, de "burro", ao Piçarrão e ao Picoto, ao Homem de Pedra, aos Urejais, ao Espírito Santo. Curiosamente, nunca levei ninguém às Fontes Lares, a não ser familiares que já as conheciam e que a elas estavam ligados. Aquele é um lugar só nosso ... um lugar mágico...
27 de Julho de 2011

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

A Ponte da Misarela ... e uma travessia abortada do Gerês, derrotado pela intempérie

O feriado e ponte do 5 de Outubro de 2006 proporcionou 4 dias de "férias" ... que eu, a "sócia" e o nosso "grupo dos sete" destinámos a uma jornada no Gerês e na cidade invicta. Os restantes cinco amigos do grupo não eram propriamente caminheiros ... mas eu lá tinha os meus planos... J. E os planos incluíam
Ponte da Misarela, ou do diabo, 5.10.2006
a visita a um lugar que há muito queria conhecer: a Ponte da Misarela, sobre o rio Rabagão, entre Ruivães e Sidrós, separando o Minho de Trás-os-Montes. Esta ponte, também conhecida por ponte do diabo, é um dos lugares mais "mágicos" do Gerês e da zona envolvente. A ela estão ligadas lendas perdidas na noite dos tempos, alusivas à fecundidade, à religião, aos intentos do demo. Precisamente em Outubro de 2006, Sebastião Antunes e a "Quadrilha" lançam o seu álbum "Deixa que aconteça", que inclui a faixa "Ponte da Misarela", onde ele conta e canta magistralmente a lenda da Misarela.
Ao percorrermos a velha ponte e as muitas fragas que a ladeiam, ao som das águas agitadas do Rabagão, quase nos parecia ver surgir o mafarrico e a sua voz tonitruante:
Rio Rabagão, sob a Ponte da Misarela, 5.10.2006
"Salvo-te, pois claro, mas se me deres a alma em troca".

Nós ... fomo-nos "salvar" rumando a Pitões. Em Ferral, próximo ainda das terras da Misarela ... ficaram históricas umas monumentais postas barrosãs, no "Transmontano". E ao fim do dia 5 estávamos em Pitões das Júnias ... a "aldeia mágica". Dois dos nossos amigos já conheciam as Sr.as Marias, da "Casa do Preto", já haviam participado em várias das "aventuras" com alunos". Mas os outros não conheciam Pitões. Fomos, por isso, ao velho Mosteiro e à ainda mais velha cascata, numa magnífica tarde de Sol, em que toda a "minha" Serra do Gerês se recortava na paisagem. A não ser pela previsão meteorológica ... nada fazia pensar que o dia seguinte não fosse igual...
Pitões das Júnias ... a "aldeia mágica", 5.10.2006
Para o dia seguinte, eu tinha um objectivo há muito almejado: a travessia solitária do Gerês, de Pitões à Portela do Homem, reconstituindo assim a "aventura" feita com alunos, 17 anos antes. O resto da equipa apanhar-me-ia na Portela do Homem. 17 anos tinham apagado memória importante em termos de percurso,
São 5 da manhã na noite do Gerês: Outeiro do Grosal, 6.10.2006
mas, ao contrário de então, agora havia GPSs e software específico para estes fins. O meu fiel OziExplorer não me deixaria perder. Só que ... a previsão meteorológica apontava para chuva.
"Às vezes enganam-se", pensei eu, esperançoso, até porque realmente os dias anteriores tinham sido completamente soalheiros. E, por isso ... 10 minutos antes das 5 da manhã daquele dia 6 de Outubro ... eu estava a sair de Pitões, rumo à Serra. A noite estava escura mas estrelada ... podia ser que a chuva tivesse desistido...
E lá fui...! Outeiro do Grosal, carvalhal de Fornos, a progressão para noroeste vai avançando lentamente, por vezes iluminando o chão com a luz do GPS ... e tentando perceber as intenções do tempo. Duas horas depois tinha percorrido 6,5 km, começava a subir para a Brazalite. As estrelas tinham desaparecido ... mas não porque já fosse dia. Uma espessa e húmida neblina começou a transformar tudo em redor num reino fantasmagórico ... e comecei a sentir as pingas da chuva anunciada. Ainda numa quase escuridão, umas fragas providenciais surgiram-me no início da subida ... e serviram-me de abrigo durante quase uma hora e meia! Numa enganadora aberta, saí de lá às 8h:25 ... e continuei a subir. A chuva tinha parado! Cruzada a Corga da Tulha, estava aos pés da Fonte Fria ... mas tudo em meu redor parecia rodeado de mistério.
Coto de Fonte Fria, 6.10.2006
Fragas envoltas em mistério, Fonte Fria, 6.10.2006
A Fonte Fria é o ponto de inflexão do percurso, para quem quer seguir para os Carris e a Portela do Homem. O rumo agora seria SW, ao longo da raia. Mas ... a chuva voltou ... e com mais força. Muito perto
Carvalhal de Fornos, já no regresso, 6.10.2006
dos 1400 metros de altitude, ligeiramente a SW da Fonte Fria ... fiz nova "paragem técnica" de quase uma hora! Havia que tomar opções: ou continuar, correndo o risco de me ver no meio de um temporal de chuva, com as encostas que sabia que teria de subir, mais a sul, eventualmente escorregadias e perigosas, e, de qualquer modo, sem poder apreciar e viver as panorâmicas de serra que sabia e me lembrava que ali estavam ... ou regressar prudentemente a Pitões das Júnias. Foi esta segunda opção que tomei, prudentemente. A última coisa que alguma vez desejaria ... era vir a ser notícia, como "turista" resgatado no Gerês...! Pouco passava das 10h:30 quando iniciei o caminho de volta.
O resto da minha "equipa" tinha ido até Montalegre ... mas regressou também a Pitões, após o meu contacto telefónico. E em pouco mais de duas horas fiz o percurso de volta ... quase todo debaixo de copiosa chuva! A Srª Maria ficou descansada ao ver-me de regresso...
A tarde daquele dia 6 de Outubro foi de autêntico dilúvio. Uma rápida visita a Tourém, fugindo à chuva, a volta por Lobios ... e passámos à mesma na Portela do Homem ... mas de carro. A travessia do Gerês tinha ficado adiada.
E foi em dias de Sol radioso e com os horizontes a perder de vista que vim a fazer a travessia do Gerês, menos de 2 anos depois ... paradoxalmente por duas vezes em menos de uma semana!
Fronteira da Portela do Homem, em tarde chuvosa e agreste, 6.10.2006
26 de Julho de 2011

domingo, 24 de setembro de 2006

Deambulações à volta de um tema: a raia...

A 7 de Agosto de 2006, uma semana depois de terminar as "aventuras" em Somiedo ... estava de regresso a Vale de Espinho, para 15 dias de férias ... e de deambulações nas minhas terras raianas. Logo no dia 8, o meu "burro" levou-me às mágicas Fontes Lares e à Serra do Homem de Pedra, mas também, cruzando os Foios, ao Piçarrão, ao Cabeço da Moira, à divinal água do Espigal. Logo no dia seguinte, uma longa jornada de mais de 70 km levou-me a mostrar as "minhas" terras raianas a familiares, nascidos em Vale de Espinho, mas há muito afastados da serra. Descemos à Quinta do Major, pelas Ginjeiras e Revoltas visitámos a minha amiga ti MariZé Salgueiro, que, à beira do Bazágueda, lá continuava no seu isolamento serrano. Regressámos pelo Meimão e Malcata.
No dia 13 foi a vez da envolvência da barragem do Sabugal. Com o filho mais velho e nora, atravessei o Côa na Estrajassola, do Cruzeiro das Peladas descemos às margens da barragem, visitámos o Moinho
A caminho de Aldeia da Dona, 14.08.2006
do Cascalhal e o ti Zé Martins, que eu havia incluído no meu filme das 4 estações. No dia seguinte o "burro" ficou a descansar e a jornada foi pedestre. Também com o filho e nora e um carro em cada extremo, ligámos Sacaparte à Ponte de Sequeiros, que imperdoavelmente eu ainda não conhecia. De construção provável no século XIII, esta ponte seria um marco de fronteira antes da incorporação  das  terras  de  Riba-Côa  no  território  nacional,  pelo
Ponte de Sequeiros, próximo de Valongo do Côa, 14.08.2006
Tratado de Alcanices.
Ainda no mesmo dia 14, à noite ... fui de propósito ao Rendo, assistir a um memorável concerto do Sebastião Antunes e da "Quadrilha". Em terra de fragas ... não podia perder estas "fragas e pragas"... J!
E nos dias 18 e 19, eu e o meu "burro" servimos de novo de guias a primos e amigos, mostrando-lhes a Serra Alta, a nascente do Côa, as Mesas, a Quinta do Major, o Espigal, a Capela do Espírito Santo. Alguns já me propunham largar o ensino e enveredar pela carreira do turismo rural e de guia de percursos...; fosse eu mais novo... J!
E em Setembro lá estamos de novo na nossa Vale de Espinho, no fim de semana de 23 e 24. De ambos os lados da raia, no dia 24 exploro, de "burro", a zona compreendida entre o Cabeço Vermelho, Navasfrias, Aldeia do Bispo e a Lajeosa da Raia.

Entretanto, em 16 de Setembro tinha estado com os Caminheiros nos Coutos de Alcobaça, numa caminhada em cuja preparação tinha colaborado no último dia de Agosto.
25 de Julho de 2011

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Mais um regresso às terras mágicas de Somiedo

Com uma passagem por Vale de Espinho tanto à ida como à vinda, os últimos 10 dias de Julho de 2006 foram no paraíso dos valles del oso e de Somiedo, desta vez em versão de alojamento rural, só a dois.
Entre Aciera e Bermiego, Sierra del Aramo, 24.07.2006
A primeira parte foi em terras de Quirós, com uma "aventura" pedestre de 22 km no dia 24, pelos Puertos de Andruxas, na Sierra del Aramo. Da pequena aldeia de Aciera, onde estávamos alojados, passámos a Bermiego e ao seu teixo milenar, subimos às Andruxas e à Braña Buxana, voltámos a descer para La Rebollada e Pedroveya, esta última já nossa conhecida, já que ali iniciámos (pela 3ª vez...) a descida da Ruta de Las Xanas.
Bermiego: a Sierra del Aramo por entre a ramagem, 24.07.2006
Dois dias depois estávamos em Somiedo. Mas desta vez optámos por uma excelente casa de turismo rural em Coto de Buenamadre, logo acima de Pola de Somiedo. Ganhámos uma amiga na respectiva proprietária, Rosalía Garrido Álvarez. Tudo ali respi-ra o seu "mundo rural, afición, pasión, VIDA", tal como incluiu no título do blogue onde expressa a sua paixão pelas terras e tradições somedanas. Passámos a visitá-la cada vez que vamos a Somiedo.
Coto de Buenamadre, 27.07.2006
Casa rural Buenamadre, Coto, 27.07.2006
E a Casa Buenamadre foi a base para a descoberta de algumas das mais espectaculares panorâmicas de Somiedo. Um estudo prévio tinha-me levado a delinear um percurso circular que totalizaria mais de 30 km de montanha. A forma de o "partir" em dois ... seria deixar o carro por uma noite no Puerto de Somiedo; foi o que fizemos. E assim, dia 28, os horizontes abriram-se para a espectacular travessia Puerto de Somiedo - Alto del Moñón - Braña de Sousas - La Enramada - Coto. Que dia extraordinário e que extraordinária travessia! A paixão por Somiedo aumentava a cada caminhada ... e é claro que logo surgiu a ideia de ali levar segunda vez a minha "família" Caminheira!
Collada Putracón, 28.07.2006
Descida do Alto del Moñón para Sousas, 28.07.2006
No dia seguinte ... era preciso ir buscar o carro. A minha "sócia" ficou na Casa Buenamadre ... e eu saí pouco depois das 6h:30 da manhã, sozinho, pronto para fechar o idealizado percurso circular ... agora quase sempre a subir. Pelo Pico El Miro, cheguei às Brañas de Mumian e, depois, à Peña de Gúa. A Rosalía havia-me falado de um velho e incerto caminho que atravessava o bosque da Enramada, ligando Mumian à Braña de Sousas, de onde faria o retrocesso da véspera até ao Puerto de Somiedo.
Sobre Coto de Buenamadre e o bosque La Enramada, 29.07.2006
Não sei se efectivamente esse velho caminho ainda existia ou não; não o encontrei. Mas a alternativa foi espectacular, por um lado porque na procura desse caminho cheguei a um fantástico "miradouro" sobre a Enramada e todo o vale do rio del Lago, com Coto de Buenamadre aos meus pés (foto acima), e, por outro lado, porque o percurso me permitiu subir à Peña Salgada (1979m alt.), depois de passar as Brañas de Valdecuelabre, onde, como em tantos outros lugares "perdidos" ... as vacas "falavam" comigo.
Peña Salgada (1979m alt.), 29.07.2006
Ao chegar à Peña Salgada ... não estava sozinho. Vim
a encontrar ali um outro companheiro solitário, amante da Natureza e de Somiedo, vindo de Gijón ... e que me afirmou que todos os fins de semana vai caminhar para Somiedo! Estivesse eu lá mais perto...
E descendo de Peña Salgada estava já em terreno atravessado na véspera. Pela Collada Putracón e Machada Ordial, cheguei ao Puerto de Somiedo. O carro lá estava, tinha dormido uma noite na serra... J.
Praderas de Cebolleo, Sierra de la Mortera, Babia, 31.07.2006
Dois dias depois, no último dia de Julho, estávamos a deixar Somiedo de carro ... para voltar a Somiedo a pé. Somiedo confina com Babia, a zona montanhosa do norte leonês. Despedindo-nos da Rosalía, fomos fazer a última caminhada e a última noite na original casa de turismo rural El Rincón de Babia, próximo de La Cueta, a aldeia leonesa mais próxima de Somiedo. Subindo o Alto Sil, rumávamos à Sierra de la Mortera, paredes meias com a bacia glaciária do Lago del Valle. Transposto o Collado de la Paredina ... estava de novo em Somiedo, a descer para a Braña de Murias Llongas.
Braña de Murias Llongas, Somiedo, 31.07.2006
Morteras e Torre de Orniz, do Pico Cuetalbo (2074m alt.)
Com um transporte de cada lado, a ligação La Cueta - Valle de Lago seria fácil, por Murias Llongas; um dia...! Na falta de transporte de cada lado, havia que regressar a Leão. Mas esta jornada ainda me levaria ao Pico Cuetalbo, acima dos 2000 metros de altitude, à vista da imponente Torre de Orniz e das Morteras do Lago del Valle. Depois, descendo o jovem rio Sil, regressámos a La Cueta de Babia ... e estávamos no fim de mais uma jornada por terras do paraíso.

Na tarde do primeiro dia de Agosto ... estávamos em Vale de Espinho.
24 de Julho de 2011