Este blog está programado e paginado para Microsoft Internet Explorer. Noutros browsers, é natural alguma desconfiguração.

quinta-feira, 1 de janeiro de 1987

Uma jornada invernal ... em UMM

Para além da casa de Lisboa, os amigos com quem  em 1985  tínhamos  vivido  a  "aventura  Sahariana"  ...
Vale da Torre, Lardosa, 27.12.1986
tinham mais duas casas: uma na aldeia de Vale da Torre, Castelo Branco ... e outra, em obras, na aldeia de Cristelo Covo, Valença, Alto Minho. Nos dias entre o Natal e a passagem de ano de 1986 ... convidaram-nos para as duas...J! E o meio de transporte? Um jeep UMM da empresa para a qual ele trabalhava...J! Reunidas estavam as condições, portanto, para uma pequena "aventura" invernal, que passou por Penha Garcia, pela Serra da Estrela, e, até, por uma curta passagem nocturna pelo "meu" Gerês! Nesta "aventura" ... os "rebentos" de ambos os casais podiam participar...
Vale da Torre - os pequenos aprendem a tirar água...J

No Vale da Torre ... o frio apertava. Mas havia lenha! Não me esqueço que 2 dias e 2 noites que lá estivemos ... a lareira esteve permanentemente acesa! A parede por cima ... "fervia"!
Monsanto visto de Penha Garcia, 29 de Dezembro de 1986
    E no dia 29 de Dezembro lá fomos.  Até  a  Serra da
    Estrela  parecia  diferente  ...  metendo  o  UMM nos
    caminhos  serranos.  Na altura,  não podia imaginar
    que, quase 20 anos depois ... eu viria a ter um igual!

A Covilhã sob as nuvens, 29.12.1986
Torre, Serra da Estrela, 29.12.1986
Lagoa Comprida, Serra da Estrela, 29.12.1986
Cabeça da Velha, Serra da Estrela, 29.12.1986
O rio Minho e o Monte de Santa Tecla,
30 de Dezembro de 1986

O dia 29 terminou no Gerês. Desta vez o poiso foi na Pensão da Ponte ... adormecendo ao som das águas do rio. E no dia seguinte lá fomos ver as obras da casa de Valença ... onde 3 anos depois passaríamos parte das férias. Na manhã do penúltimo dia do ano, o Rio Minho estava esplendoroso; o Monte de Santa Tecla recordava-nos a volta pela Galiza de há 6 anos atrás.
Regressados do Minho ... a passagem do ano 1986 / 1987 foi também ao sabor de alguma Natureza: Roliça, Bombarral ... com outros amigos!
Primeiro dia do ano de 1987 ...
... no cruzeiro da Roliça
13 de Fevereiro de 2011

terça-feira, 26 de agosto de 1986

Pela Serra do Açor, Dunas de S. Jacinto ... e não só

Verão de 1986. Um colega de Sacavém e família convidam-nos para uns dias em Arganil e umas voltas pela Serra do Açor. Há muito que queria conhecer a famosa Mata da Margaraça. Assim foi: nos primeiros dias de Julho, tomámos como base a aldeia de Sarzedo, próximo de Arganil e debruçada sobre o Rio Alva, e dali corremos a belíssima zona da Serra do Açor.
Sarzedo, Arganil, Julho de 1986
Debruçados sobre o Alva
Na Fraga da Pena
Mata da Margaraça, Julho de 1986
Pela Mata da Margaraça
Piodão, encravada na Serra do Açor
Em Piodão, Julho de 1986
Estes dias de Julho foram contudo também de descanso e de leitura, no "retiro" das margens do Alva e, também, na barragem da Aguieira ... onde fizemos praia. E serviram ainda de mote para as férias de 1986, umas férias bem portuguesas ... para descansar das agruras desérticas do ano anterior...J!
S. Jacinto, 3 de Agosto de 1986
Na Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto
Assim, no início de Agosto estávamos na ria de Aveiro, começando a nossa volta pela Natureza lusa na Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto, que ainda não conhecíamos.
Aspectos da Reserva Natural das
Dunas de S. Jacinto, Agosto de 1986
Como em muitos outros casos, esta primeira visita à reserva das Dunas de S. Jacinto originou ... diversas visitas com alunos, realizadas nos anos seguintes.
Sarzedo, Arganil: no rio Alva, Agosto 86
Mas as férias de 86 prosseguiram ... para as Serras do Açor e do Caramulo. Os dias de Julho à beira do Alva tinham deixado a vontade de lá voltar, tanto mais que precisamente em Sarzedo havia um parque de campismo; agora sem tenda nem "casa ambulante" ... havia bungalows. Depois, atravessámos a Serra do Açor, passámos as Minas da Panasqueira e fizemos nova "etapa" nas Termas de Monfortinho, com uma passagem por Monsanto ... chamada a "aldeia mais portuguesa de Portugal".
O morro de Monsanto da Beira, Agosto de 1986
Monsanto, Agosto de 1986
Em terras de Salvaterra do Extremo
Seguiram-se as terras de Salvaterra do Extremo e de Alcântara. Ao longo do Tejo, fomos a Cedillo, encravada entre a nossa Beira e o Alto Alentejo. Dezassete anos depois ... voltaria lá com o meu Grupo de Caminheiros!
Ponte de Alcântara, sobre o Tejo, Agosto de 1986
Ponte da Ajuda, entre Elvas e Olivença, Agosto de 1986
As últimas etapas foram em Olivença e em terras de Monsaraz ... mas as férias terminariam tradicionalmente em Santa Cruz, de onde, no fim de Agosto ... voltámos às "nossas" Berlengas.
E ... voltámos à Berlenga, Agosto de 1986
Praia e bairro de pescadores, Berlenga, Agosto de 1986
12 de Fevereiro de 2011

quinta-feira, 20 de março de 1986

1986: 2ª visita ao Parque Nacional de Doñana

A   minha   "pobre"   carrinha   VW   tinha  sofrido   bastante,  na  aventura  Sahariana.   Os  seus   16  anos,
Próximo da Nazaré, 10.09.1985
provavelmente as muitas "aventuras" vividas antes de ser minha e as "pragas" do deserto ... tinham acabado com ela. Por esmerado que tivesse sido o arranjo em Casablanca, nunca mais voltaria a ser a mesma ... tanto mais que eu fazia dela o carro de todos os dias ... que levava para a "minha" Escola de Sacavém ... tal como o Ribau levava a dele para o Passos Manuel...
Assim, em Setembro de 1985, pouco mais de um mês depois do regresso ... tive de a "abandonar", com pena de não ter possibilidades de a recuperar por completo. O carro que a substituiu foi estreado num passeio pela minha velha Serra d'Aire e pela Nazaré.

E, também em Setembro, começava novo ano lectivo, 1985/86. Novos alunos ... novos projectos! Em Março
Parque Nacional de Doñana, 19.03.1986
de 1986 voltei a Doñana, com alunos meus e de duas colegas de Sacavém que nos acompanharam. Doñana nunca é igual, dependendo das chuvas ou das secas, da época do ano (a melhor é sempre a Primavera) e até da hora do dia.
Nas marismas, em Doñana, 19.03.1986
Gamos, Doñana, 19.03.1986
Uma das colegas de Biologia era natural de Serpa ... que ficava no caminho de regresso de Doñana. Assim, o almoço do dia de regresso foi na cantina da Escola Secundária de Serpa. E os nossos alunos puderam ainda, nas proximidades, visitar uma herdade e tomar contacto com as lides do campo.
Serpa, 20.03.1986 - Alunos à volta do
busto do trisavô ... do professor deles
20.03.1986 - Visita surpresa em Serpa: nos olivais da herdade
Esta foi também a primeira excursão escolar em que participou o herdeiro mais velho do autor destas linhas, então com 8 anos. Ambos viriam a ser alunos da Escola de Sacavém, do 7º ao 12º ano de escolaridade, participando em diversas visitas e actividades organizadas com alunos.
12 de Fevereiro de 2011

terça-feira, 6 de agosto de 1985

Regresso do Bojador ... uma aventura no deserto

Cabo Bojador, 23 de Julho de 1985. Com a "garantia" do nosso simpático Caïd de que os problemas mecânicos seriam certamente solucionados, partimos de Boujdour antes da uma da tarde. O próximo objectivo era Smara, a cidade santa do Sahara ocidental, 230 km a nordeste, para o interior.
Mas ... à medida que nos afastávamos da costa, a  temperatura  ia subindo rapidamente;  íamos  começar  a
A caminho de Smara, tarde de 23 de Julho de 1985
pagar a frescura do litoral. A paisagem transformou-se numa imensa e inóspita planície, recortada apenas de quando em quando por pequenas hammadas, as mesetas pedregosas características destas remotas paragens.
Pelas sete horas da tarde, o termómetro de bordo ... atingiu os 50º. O céu não estava muito limpo, mas era uma neblina estranha, de uma cor amarelo-rosa ... a mesma cor da areia que nos rodeava...! No mesmo sentido que nós, uma Toyota ultrapassou-nos quando estávamos parados numa das cada vez mais frequentes operações para tentar que o dínamo funcionasse. Perguntaram-nos se precisávamos de alguma coisa ... dissemos que não. Pouco depois, a somar à luz da bateria ... a luz do óleo começou também a piscar! Nova paragem e ... céus, o motor estava a perder óleo! Juntas da cabeça desapertadas ou queimadas, foram as hipóteses menos graves que o "mecânico" de bordo considerou. Não poderíamos sair de Smara sem arranjar o que se passava ... isto se chegássemos a Smara. Mas entretanto deixámos para trás a Toyota, parados que estavam os seus ocupantes a enviar as suas preces a Alá ... em bonitos tapetes estendidos na areia. Mais tarde agradeceríamos nós a Alá o facto daqueles seus servos terem ficado para trás de nós...
Começa a formar-se uma tempestade de areia...
Eram já quase oito horas e sentimos o dia a declinar mais rapidamente que o normal. As nuvens ... não eram afinal nuvens, mas sim areia que rodopiava no ar, impulsionada pelo temível vento irifi.  Estávamos a entrar ... numa tempestade de areia! Tudo em redor se tornou de um tom acobreado. A paragem foi obrigatória. Com todos os vidros fechados e as portas trancadas, a areia finíssima via-se acumular dentro da carrinha! E quando já começava a passar-nos pela ideia a impossibilidade de prosseguir, o fenómeno terminou tão depressa como tinha começado. Viam-se nuvens de areia a avançar pelo deserto para sudoeste ... e de repente vimo-nos numa "clareira" a perder de vista ... com o céu azul e um Sol implacável!
O estado do motor era deplorável, coberto por uma mistura de areia e óleo queimado. Mas a nossa casa ambulante continuava a andar...! Quase nove horas. Faltavam 80 km para Smara e a noite caía rapidamente. Não podíamos acender os faróis, para não gastar bateria. Parámos mais uma vez para acrescentar óleo ... e nova tempestade de areia nos envolveu, agora no escuro da noite. Formas fantasmagóricas pareciam surgir do nada! Só quando chegavam a escassos metros podíamos distinguir nelas enormes colunas de areia que se deslocavam deserto fora. Só tínhamos uma solução: esperar de novo pela complacência da Natureza ... e pela Toyota que em boa hora havia ficado para trás!
Quando a tempestade voltou a amainar, verificámos com prazer que havia luar ... mas a temperatura era de 40º! Não se verificam ali as grandes amplitudes térmicas características de outras zonas do Sahara, mais a sudeste. Deveriam ser dez da noite quando uma luz branca apareceu por trás de nós, em movimento. Eram finalmente os nossos salvadores! E assim fizemos 80 km atrás deles, com os faróis apagados, a luz do dínamo sempre acesa ... e a do óleo quase sempre. E pouco depois das onze horas ... entrávamos em Smara, a cidade santa do Sahara ocidental.
O guardião da zaouïa de Ma el
Ainïn, Smara, 24.07.1985
Foi em Smara que vimos maior movimento de tropas. Estávamos a uma escassa centena de quilómetros da fronteira da Mauritânia e a 400 km de Tindouf, na Argélia. E em Smara sabíamos ir ficar num Hotel com um nome sonante: Hotel "Sables d'Or". Com este nome, o calor e a areia que tínhamos em cima, a primeira pergunta foi se podíamos ir tomar um duche. Resposta do gerente: "mais oui, certainement, pas de problème" ... e aparece-nos a seguir com um balde cheio de água e uma garrafa cortada ao meio ... para encher e despejar por cima do corpo...! Numa das casas de banho do hotel, interior ... seguramente dava para cozer ovos. A temperatura na rua, à meia noite, permanecia acima dos 35º...
Na manhã seguinte, a VW foi confiada às mãos de um mecânico que, supostamente, mandaria vir de Agadir as peças necessárias. Vamos passar 3 ou 4 dias em Smara, pensámos nós. E, durante a manhã, visitámos a zaouïa de Ma el Ainïn, o cheikh que, na primeira década do séc.XX, a partir dali pregou a guerra santa contra o invasor francês.
Regressados à oficina, o mecânico garantiu-nos que a carrinha estava pronta para andar, depois de uns apertos nas juntas do motor e uma regulação do dínamo. Pouco crédulos ... depois do almoço lá partimos em direcção ao norte. A temperatura era de 49º à sombra; ao Sol ... bem, ao Sol estava a 64º!
No regresso, tínhamos obrigatoriamente de voltar a passar em TanTan e Guelmim. Entre Smara e TanTan tínhamos 225 km de deserto ... e que deserto. De ambos os lados da "fita" alcatroada, uma imensa e inóspita planície estendia-se a perder de vista. E, para a frente, parecia-nos ver, lá muito ao fundo ... um lençol de água e até palmeiras! Avançámos 20, 50, 100 km ... mas a paisagem inóspita continuava sempre igual. Estávamos ... com miragens! Camadas de ar a diferentes temperaturas são as responsáveis por este fenómeno, até porque, à medida que avançávamos para norte e para o litoral, a temperatura descia rapidamente: quase 40º em pouco mais de 100 km!
Estrada Smara - TanTan, 24.07.1985: ao fundo,
lá muito ao fundo ... estávamos a ver miragens!
Mas ainda a uns bons 100 km de TanTan ... eis que surge de novo o alarme: há fumo dentro da carrinha! Uma rápida inspecção ... e  encontramos  o  motor  banhado  em  óleo!  Paragem,  deixar arrefecer,  limpar,
Mala suerte ... de novo empanados!
E 130 km rebocados, entre TanTan e Guelmim
acrescentar óleo comprado em Smara para o que desse e viesse ... e era preciso chegar a TanTan ... tanto mais que desta vez não tínhamos visto um único veículo! As previsões mais modestas apontavam já para quebra de segmentos ou de pistons ... mas a nossa "velha companheira" nunca parou. E foi portanto apenas por segurança que fomos rebocados de TanTan a Guelmim ... onde iríamos passar os 3 dias seguintes!
E assim voltámos ao Hotel Salam, o primeiro onde tínhamos ficado na "corrida" para o sul. O simpático recepcionista ficou satisfeito de nos voltar a ver ... pregando dois repenicados beijos aos dois elementos masculinos da nossa tripulação...J!
O motor foi assim desmontado pela segunda vez. A superfície de um piston tinha literalmente derretido, os segmentos correspondentes estavam partidos, alguns pedaços soltos tinham entrado no cárter ... e o automático do dínamo estava queimado! Nada mau...J! Mas estávamos cheios de sorte...: um mecânico amigo do "nosso" mecânico ... tinha uma VW idêntica à nossa ... da qual foram retiradas as peças necessárias! No sangue português corre de certeza sangue árabe ... e os genes do desenrascanço...J!
Marrocos é verdadeiramente um país de contrastes
Paisagens típicas do Alto Atlas, 30.07.1985
Durante os 3 dias de espera, visitámos as termas de Abeïno, a típica povoação de Asrir e as nascentes de Teghmert, maravilhoso oásis com campos de milho, palmeirais e olivais. E no dia 29 de Julho, com a carrinha finalmente arranjada, partimos em direcção ao Alto Atlas. Com a carrinha arranjada ... julgávamos nós...L!
Por Tiznit e Taroudannt chegámos às montanhas. O Atlas é um outro Marrocos, é o reino da frescura, da água e das grandes extensões arborizadas, salpicadas aqui e ali por pequenos e típicos povoados de cor vermelho-ocre. De repente ... parecia que tínhamos sido transportados para os altos planaltos do Tibete! No Tizi-n-Test, quase a 2100 metros de altitude, não estávamos longe do Jbel Toubkal, ponto culminante de Marrocos e de toda a África do norte, com os seus 4167 metros.
Encantadores de serpentes na Praça Jemaa el Fna,
Marrakesh, 2 de Agosto de 1985
E do Alto Atlas descemos para a mais marroquina das cidades de Marrocos: Marrakesh. Só que, nessa "etapa" ... começámos a ouvir de novo ruídos estranhos no motor! Instalados já no Camping de Marrakesh ... às 6 da tarde decidimos que só na própria VW saberiam ver o que se passava. A oficina VW mais próxima ... era em Casablanca ... a 250km! E lá fomos nós para Casablanca, onde chegámos já noite ... e onde passámos 2 dias! Depois, então sim, tínhamos finalmente a nossa "casa" arranjada! Marrakesh, a "pérola do sul", ficara para trás...L! Não podia ser! Remando contra a maré da má sorte ... no segundo dia de Agosto estávamos de novo em Marrakesh!  E  em boa hora o fizemos.  A  visita  à
Cascatas de Ouzoud, Médio Atlas, 3.08.1985
"praça mágica", a mítica e mística Praça Jemaa el Fna ... vale a viagem!
E de Marrakesh a Lisboa foi uma "corrida" contra o tempo. Mas, para além das cidades de Fez e Meknes (e da presença romana em Volubilis), os últimos dois dias em África permitiram ainda atravessar mais duas regiões de espectacular beleza: as montanhas do Médio Atlas e, já na costa mediterrânica, a região do Rif. Na primeira, dois espectaculares monumentos naturais deixaram-nos maravilhados: o arco rochoso natural de Imi-n-Ifri (a "porta do abismo") e as espectaculares Cascatas de Ouzoud. Vindos da imensidão desértica do Sahara ... nas cascatas de Ouzoud pareceu-nos estar no seio de uma densíssima floresta equatorial...
Chegada a Lisboa, 6 de Agosto de 1985

Esta viagem tinha-nos realmente permitido obter imagens impressionantes, de um mundo pleno de
Apresentação do livro
"Expedição Gil Eanes", 19.05.1986
contrastes!
E tinha-nos deixado vivências e recordações inesquecíveis
... dignas de registar em
livro.

A 19 de Maio
do ano seguinte,  1986,  na presença do Embaixador de Marrocos  em
Lisboa, apresentei o livro "Expedição Gil Eanes", de minha edição. E tive o grato prazer de ter, entre os meus convidados ... o meu velho professor, Dr. Hernâni de Seabra Ribau! Quis o destino ... que tivesse sido a última vez que o vi.
11 de Fevereiro de 2011