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sábado, 13 de março de 2010

Os campos e lameiros do Côa voltaram à vida!

As "aventuras" do ano de 2010 começaram com uma caminhada em Tremês, próximo de Santarém, no dia
A velha ponte vê de novo passar o Côa transbordando as margens, 19.01.2010
16 de Janeiro. Dois dias depois ... estava em Vale de Espinho. O Inverno de 2009/2010 foi bastante chuvoso ... e os campos e lameiros do Côa foram felizmente voltando à vida. Em Janeiro, Março e Abril, palmilhei aquelas minhas terras sagradas, do vale da Maria ao Alcambar e ao Espírito Santo, da Ervaginha aos Urejais e às Fontes Lares, às Braciosas, às Colesmas. Maravilhei-me com a maravilha das águas transbordando as margens, dando côr e vida às paisagens ribeirinhas. Com a minha "sócia" de sempre, subimos a velha quelhe das pedras, deliciámo-nos com a água divina das Fontes Lares, deixámo-nos embalar pela energia do barroco "sagrado", a energia que tinha voltado a dar vida àqueles campos, depois da tragédia que eu tinha contemplado meio ano antes.
Ribeira do Vale da Maria, 19.01.2010: impressionate!
Fontes Lares, no barroco "sagrado", 10.03.2010
"E de repente damo-nos conta que envelhecemos, a ver envelhecer estas pedras que não envelhecem" (Sérgio Paulo Silva)
O Côa no Moinho do Rato, Vale de Espinho, 26.04.2010
Contemplação a dois...    O Côa na açude junto ao moinho da Nogueira, 27.04.2010
(Álbum de fotos completo nest link)

Em Março, durante os dias em Vale de Espinho, a Serra da Gata chamava-me, para além do Xálima e da Cervigona. Há muito que queria ir à velha Torre Almenara, a velha torre árabe que domina a vila de Gata e que se vê destacada desde longe. Foi no dia 13 de Março. Deixando o carro entre Gata e Torre Don Miguel, esta curta caminhada proporcionou-me momentos belíssimos de contemplação e de sonho.
Vila de Gata e a Torre Almenara ao fundo, à direita, 13.03.2010
A caminho da Torre Almenara, Gata, 13.03.2010
E eis que chego à velha torre árabe, 13.03.2010
Do Alto da Almenara sobre a vila de Gata, 13.03.2010

Mas, para além do Côa, da Malcata e da Gata, em Janeiro tínhamos feito uma incursão ... a terras francesas do Loire! Apesar de se tratar de uma "excursão" urbana e familiar, em Tours ... também incluiu três caminhadas, ao longo do Loire e do Cher.
Tours, ao longo do Cher: Promenade de Ségovie, 27.01.2010
4/09/2011

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Caminheiros ... e terras raianas...
(Agosto de 2008 a Março de 2009)

Depois da "aventura" no Gerês e do Intercéltico de Sendim ... regressámos a Vale de Espinho. E o segundo semestre de 2008, bem como a Primavera de 2009,  foram  caracterizados  por  sucessivas  fugas
Torres das Ellas, Serra do Espiñazo, 12.08.2008
para o nosso retiro arraiano, intervaladas pelas actividades com os Caminheiros Gaspar Correia ... uma delas na raia... J!
A 12 de Agosto de 2008 parto do Lameirão dos Foios e da nascente do Côa para os Llanos de Navasfrias, passando pela nascente do Águeda, para depois cruzar a Serra do Espiñazo (as Torres das Ellas) e terminar no Puerto de Santa Clara, sobre San Martín de Trevejo. 14 km de panorâmicas fabulosas, que eu já conhecia de outras "andaduras", mas que dei a conhecer à minha "colega especial", ao sobrinho dela mais novo ... e ao filho que, menos de um mês antes, tinha protagonizado a "aventura" no Gerês.
Numa caminhada muito mais acessível ... ele lá se redimiu em parte... J!
Dia 21 de Agosto guiei outra "equipa familiar" numa jornada de quase 20 km pela Serra Alta e Matança, sobre Aldeia do Bispo. No dia seguinte, estabeleço aquele que é ainda hoje o meu record pessoal de distância percorrida num dia: atravesso a Serra da Malcata pelo Espigal, Espiguinho e Forninhos, do Meimão subo à cumeada do Muro de Facas, sobrancei-
ro a Santo Estevão, a noroeste, e à barragem da Meimoa, a sudeste. Desço à Feiteira e ao Vale da Senhora da Póvoa. Com 33 km já percorridos, o plano era apanhar boleia do meu filho mais novo no Terreiro das Bruxas, já que era dia de ele vir para Vale de Espinho. Mas ... quando passei no terreiro das Bruxas ainda ele estava no caminho ... e eu segui o caminho de regresso. Apanhou-me quase no Sabugal, com quase 46 km percorridos em 12 horas e meia J.
A 14 de Setembro faço mais uma romagem ao vale da ribeira dos Urejais ... e às Fontes Lares.  E  no fim  de
Castanhal de Ojesto, San Martín de Trevejo, 25.10.2008
Outubro levamos mais uma vez o nosso "grupo dos sete" a Vale de Espinho, para um Outono na raia. Do lado espanhol, no dia 25 fazemos com eles a fabulosa descida do castanhal de Ojesto, do Puerto de Santa Clara a San Martín de Trevejo.
Entre San Martín de Trevejo e as Ellas, em data "especial", de 5 a 8 de Dezembro entregamo-nos ao luxo da "Almazara de San Pedro", na base da Serra da Gata. Com Vale de Espinho ali tão perto, mas foi uma maneira de comemorar, em plena Natureza ... 35 anos de vida em comum...J! E até o fim de ano foi raiano; de 26 de Dezembro a 2 de Janeiro ... Vale de Espinho.

Entretanto claro que continuavam em pleno as nossas andanças com a "grande família" Caminheira - os Caminheiros Gaspar Correia. De Setembro a Janeiro, da Arruda dos Vinhos ao curso do Trancão, passando por terras de Mora e de Grândola, as actividades sucediam-se, sempre em ambiente de franca e sã camaradagem. Por sinal, as actividades de Dezembro, Janeiro e Fevereiro foram de minha responsabilidade: as de Dezembro e Janeiro à descoberta do curso do Trancão, da Póvoa da Galega a Bucelas e a Sacavém; a de Fevereiro ... nas terras raianas dos Foios, Navasfrias e Serra da Enxalma, no fim de semana de 14 e 15 de Fevereiro. Sábado começamos a caminhada na praia fluvial dos Foios, subindo à nascente do Côa e atravessando depois a raia pelas antigas bredas do contrabando. Tanto nos Foios como em Navasfrias, fomos recebidos pelos respectivos Presidente da Junta e Alcalde, visitando a seguir o Centro de Interpretação da Natureza, junto à área de El Bardal, em cujas instalações o grupo ficou alojado ... e onde fizemos a tradicional festa de Carnaval Caminheiro.
Domingo era o dia da "grande caminhada" do Xalmas, que nos brindava com o manto branco da neve a partir de meia encosta. O espectáculo da progressão na neve, as extraordinárias panorâmicas do cume e a descida para a encosta estremenha fizeram desta caminhada uma jornada memorável. O autocarro esperava-nos na pequena aldeia de Trevejo, cujo castelo medieval, dominando a planície de Valverde, com a Marvana ao fundo, constituiu um excelente quadro final de actividade. Dali regressámos a Lisboa.
Subida ao cume do Xálama, com Payo ao fundo, 15.02.2009
Rumo ao cume do Xálama (1493m alt.), 15.02.2009

Entretanto, a 6 de Fevereiro, o jornal "Cinco Quinas", do Sabugal, publicara uma entrevista onde surjo como "filho adoptivo e adoptado da raia"... J
E no último dia de Fevereiro ... a minha "colega especial" recebia a sua "carta de alforria" e chegava também ao fim do "nosso" Ensino. Estávamos os dois aposentados! Agora passávamos a ter "todo o tempo do mundo" para nós, para os filhos e netos, para as nossas paixões. Em Vale de Espinho, passaríamos a estar mais tempo em cada "fuga"; a primeira foi no fim de Março de 2009, para no início de Abril partirmos da raia ... para as terras mágicas de Somiedo!
25/08/2011

terça-feira, 22 de julho de 2008

Nas faldas do Xálima ... e quando chego ao fim do "meu" Ensino

Em Maio de 2008, tínhamos levado pela primeira vez toda a nova "prole" a Vale de Espinho. O neto e neta
Ponte de Carrecia, Acebo, nas faldas do Xálima, 30.06.2008
tinham de começar a conhecer o nosso "retiro espiritual"... J! Regressámos lá no fim de Junho. Do lado espanhol, a Serra da Gata e o Xálima continuavam a chamar-me. No dia 30, desço sozinho as encostas do Xálima, para sul, em direcção a Trevejo, mas depois para leste, atravessando a povoação de Acebo. Descubro o paraíso das piscinas naturais de Jevero e da ponte de Carrecia e subo o vale da Cervigona, até à pequena barragem do Prado de Las Monjas, para acompanhar depois a ribeira de Acebo até à base da cascata da Cervigona, junto à antiga "fábrica de luz". O regresso ao carro ... foi um trepar sucessivo, ao longo das velhas tuberías da velha fábrica, até ao planalto, já castelhano, de onde se precipita a ribeira.
Cascata da Cervigona, 30.06.2008
Ao longo das tuberías da velha fábrica de luz, Cervigona
Ao chegar ao carro, tinha completado 34 km de mais uma bela caminhada solitária em terras do Xálima.
Menos de um mês depois, estávamos em férias. A 22 de Julho voltávamos a Vale de Espinho. Mas as férias de verão de 2008 iam ser especiais...! Apaixonado que sempre fui pela minha profissão, a minha relação com o estado actual do ensino tinha-se contudo deteriorado por completo, como já deixei expresso nos artigos relativos ao ano lectivo de 2003/2004 e a Outubro de 2006. Em 2008, com 34 anos de serviço, uma nova legislação permitia-me pedir a aposentação antecipada, com penalização. Não pensei duas vezes! Gostei muito, mas muito mesmo, de ser professor ... quando era professor...! E antes que a paixão se transformasse em ódio, pedi a aposentação. Se 2003/2004 foi o princípio do fim do "meu" Ensino ... 2007/2008 viria a ser o fim ... e o início de umas "férias eternas"... J! Efectivamente, a aposentação chegou nestas férias de verão de 2008 ... que se transformaram em eternas! A minha "colega especial", companheira de uma vida, ainda lá teve de ficar até ao início de 2009, mas seguiu-me o exemplo assim que lhe foi possível. A penalização não foi pequena (e muito menos multiplicada por dois...) ... mas o dinheiro não é tudo na vida ... nem sequer o mais importante! O mais importante na vida ... é vivê-la...

Caminante, no hay camino, se hace camino al andar
Antonio Machado
A 25 de Julho estávamos a sair de Vale de Espinho ... rumo às terras mágicas do Gerês!
17/08/2011

domingo, 29 de julho de 2007

Pelas fragas e pragas de uma Primavera acidentada...

No início da Primavera de 2007, a Serra de Ossa recebeu o grupo de Caminheiros, em Março. Depois foi a
"Lá em baixo é Pesqueiro"... 1.04.2007
vez da barragem do Divor, em Abril, da Lagoa de Óbidos e da minha velha Tapada de Mafra, em Maio. Mas no fim de Março e início de Abril, passámos 10 dias em Vale de Espinho, em que voltei ao vale de Pesqueiro ... agora com guias! Efectivamente, o valespinhense que me havia transformado o velho palheiro em casa, filho de mãe espanhola, tinha sido lá criado. E até a minha sogra, que conheceu bem o trabalho nos "ranchos", voltou a Pesqueiro naquele dia das mentiras de 2007 ... relembrando a verdade da faina do azeite, mais de 50 anos antes.

Antiga casa da prensa, Pesqueiro, 1.04.2007
Memórias perdidas no tempo, Prensa de Pesqueiro, 1.04.2007
E no dia 4 de Abril faço uma caminhada solitária às Ellas, a partir da Serra das Mesas. Pelos Llanos de Navasfrias, desci a serra de Figuerola, até à Ermida do Espírito Santo e ao Canchal de las Muelas. No início do ano seguinte, o fojeiro Joaquim Dias publicaria "A Pita do Ti Zé Plim", que ele próprio apelidou de "novela-croniqueta"; ao lê-la, viria a recordar bem esta minha "aventura" dos Foios às Ellas.
Serra das Mesas, 4.04.2007. Objectivo: Ellas
Regresso pelo Picoto, numa tarde fria e a ameaçar chuva
O regresso foi por Valverde del Fresno e pelo Picoto, numa tarde fria e a ameaçar chuva. Tinha o meu "burro" à espera, entre os Foios e o Lameirão ... e quando lá cheguei tinha feito 31 km a pé.

11 a 13 de Maio foi outro fim de semana de fragas ... e pragas. O UMM levou-nos de novo à Quinta do Major e a Pesqueiro; há longos anos emigrada em França, a tia que nos acompanhou reviveu igualmente aqueles lugares "perdidos", e mostrou-os ao filho. No dia seguinte, participei numa caminhada organizada pela Câmara do Sabugal, entre Malcata e Vale de Espinho. Mas esse dia 13 de Maio ficaria marcado por
Da Quinta do Major ao Cabeço do Pão e Vinho, TransMalcata, 2.06.07
um grave acidente de viação, em que a minha sogra perdeu o braço direito. Posteriormente reimplantado, nunca mais viria contudo a ter mobilidade. Paradoxalmente o acidente deu-se quando, com um casal de Vale de Espinho ... regressavam de Fátima!
Com os Caminheiros, em Junho foi a vez das terras de Proença-a-Nova ... mas também os levo pela segunda vez a Vale de Espinho, para uma caminhada extra, longa e mais dura que a média: a TransMalcata, numa extensão de quase 30 km, ligando Vale de Espinho à Carreira de Tiro da Meimoa, pela Quinta do Major, Concelhos e Monte do Salgueirinho. E no dia seguinte ... Foios - Valverde, pelo caminho da Figuerola, que havia conhecido em Abril, regressando depois a Lisboa.
E entrávamos no verão de 2007. Com os Caminheiros, estava programada nova "aventura" asturiana ... mas no dia 27 de Julho havia uma caminhada nocturna, entre os Foios e Navasfrias, revivendo as rotas do contrabando. Assim, parti sozinho para Vale de Espinho, nesse dia 27 de Julho, para viver as cenas dos "carregos", dos carabineiros e dos guardas fiscais ... já que não tinha vivido ao vivo esse jogo do gato e do rato, da luta pela vida e pela sobrevivência.
Dois dias depois, no meu velho "burro", desço o Piçarrão, passo Valverde, vou à descoberta do velho castelo de Trevejo, qual pog inexpugnável, dominando a planície estremenha a sul, guarda avançada da Serra da Gata e do Xalmas, Jálama, Xálima, ou Enxalma, consoante a variante linguística que se queira adoptar. Em Vale de Espinho e na raia, aquelas serranias são conhecidas por Serra da Enxalma.

Nas encostas do Xálima, com Trevejo à vista, 29.07.2007
Castelo e aldeia de Trevejo, 29.07.2007
No dia seguinte, manhã cedo, parti à boleia com o filho da padeira para Vilar Formoso ... onde duas horas depois apanhei o autocarro dos Caminheiros ... para mais 8 dias no paraíso de Somiedo e dos valles del Oso.
7 de Agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 1994

Por terras da Gardunha ... com regresso a Vale de Espinho!

Em Março do ano anterior, tínhamos almoçado na sempre simpática vila de Alpedrinha,  terra  adoptiva  de
Alpedrinha, 10.06.1994
um dos professores da "equipa" que levou os alunos à Serra da Estrela. Em Junho de 1994, aproveitando o feriado de dia 10, o homem da poesia e da literatura proporcionou ao resto da "equipa" 4 espectaculares dias em Alpedrinha e na Serra da Gardunha.
Na Serra da Gardunha, 10.06.94
Casa da floresta de Alcongosta
Éramos três casais e filhos, instalados na vetusta casa de pedra da família Boavida,  no  centro  da  vetusta vila de Alpedrinha. A piscina, a velha vinha, e, claro, a Serra da Gardunha, preencheram o feriado. Pelo Fundão e Alcongosta, subimos de carro à casa florestal e à Penha; não os consegui cativar para uma jornada pedestre...L.
No sábado, o destino foram as terras de Idanha, bem como o "pog" de Monsanto; e no domingo, 12 de Junho, tinha de ser o regresso.
Nas muralhas de Monsanto, 11.06.1994
"Ressuscitarei dos mortos"...J
Palácio do Picadeiro, Alpedrinha, 12.06.94
 
A 29 de Julho estava a partir para férias. Passados uns tempos, nem nós próprios acreditávamos: seria possível que ... há 7 anos que não íamos a Vale de Espinho?!  Como tinha sido possível?  Mais  ainda  do
que naquela época, hoje parece-me impensável que tivessem passado 7 anos sem ir à "minha" terra, à "minha" Vale de Espinho, à "minha" Malcata, aos "meus" campos e lameiros. A terra já havia levado o velho Zé Joaquim Malhadas, pai de meu sogro, bem como as duas avós da minha arraiana, as velhas "ti Guta" e a "ti Maria Clementa". Mas principalmente o ramo familiar emigrado em Tours continuava a ter lá casa ... uma das quais tinha sido e iria continuar a ser o nosso "poiso".
E de Vale de Espinho partimos um dia à descoberta das Serras da Gata e da Penha de França, atravessando a região de Alberca e de Las Hurdes. Las Hurdes, onde Luís Buñuel encontraria em 1933 a matéria-prima para as suas idéias cinematográficas; as lentes da câmara captam de maneira crua a vida miserável dos hurdanos, os seus costumes e tradições, as doenças, as migrações, a precariedade da agricultura, a distância que os habitantes precisam percorrer para levar os seus mortos ao cemitério mais próximo; um lugar esquecido, retratado no célebre documentário "Las Hurdes, tierra sin pan".
Cume da Penha de França, 26.07.1994
Paisagem, Malcata, 1.08.1994
Torre da Machoca, Malcata, 1.08.1994
 
É também pela primeira vez que, a partir de Vale de Espinho, nos embrenhamos a sério no paraíso da Malcata. A partir da velha estrada da carreira de tiro da Meimoa, chegamos às margens da barragem, passamos o Meimão, subimos ao alto da Machoca ... e maravilhamo-nos com a paisagem a perder de vista: da Serra da Estrela às Mesas, com o vale do Côa aos pés ... aquelas eram efectivamente as "minhas" terras!
Mas as férias prosseguiriam a sul: uma volta pelas praias do Sudoeste Alentejano fez-nos recordar a excursão com alunos. E, no fim ... Santa Cruz uma vez mais ... e mais uma vez uma ida às Berlengas.
 
15 de Março de 2011